2008/06/09

Mini compostor numa caixa de fruta


Também podemos usar uma caixa de fruta velha para realizar um mini-compostor.

1.º - Corta-se cartão canelado 8de uma caixa velha) para tapar as partes abertas da caixa.

2.º - Cola-se o cartão à parte de dentro da caixa.

3.º - Repetimos a operação em todos os lados da caixa e já está!

Um compostor para colocar na varanda!

2008/06/08

Mini compostor num garrafão


Como fazer um min-compostor para ter em casa na varanda?

É muito fácil, pode-se usar um garrafão de água (de 5 ou de 8 litros)...

1.º - Marcar o a parte que vamos cortar (deixar uma parte por cortar, de forma que a parte de cima do garrafão sirva de tampa).

2.º - Abrir uns orifícios na tampa do garrafão, de modo a que o cheiro do compostor se liberte lentamente.

3.º - Cortar o garrafão pelo risco feito na 1.ª parte.

E está pronto a ser usado. Deste modo ficamos com um compostor doméstico de pequenas dimensões e reutilizamos um garrafão!

2008/05/29

A floresta de água - Teatro de fantoches


Antes de começar o teatro de fantoches falou-se sobre esta peça produzida pelo grupo os Valdevinos.

Esta era a sementinha.

Estes eram os meninos a jogar à bola na floresta.

Aqui era um cão a ser picado pela abelha.

Os meninos e as meninas estavam tristes porque queimaram as árvores do sítio onde eles brincavam.

Mas os meninos e as meninas voltaram a plantar árvores e elas ficaram grandes.

Por fim a sementinha fez perguntas aos meninos da nossa escola.

O teatro foi muito giro e engraçado.

2008/05/26

Do 40 ao 50

40 - quarenta
41 - quarenta e um
42 - quarenta e dois
43 - quarenta e três
44 - quarenta e quatro
45 - quarenta e cinco
46 - quarenta e seis
47 - quarenta e sete
48 - quarenta e oito
49 - quarenta e nove
50 - cinquenta

Palavras com "ch" (c+h)

chá
bicho-da-seda
chuva
chapéu
chaminé
chupa-chupa
chão

2008/05/21

Experiências com água

Materiais
- água
- azeite
- copo
- leite

Como fazer:
1 - Encher metade do copo com água.
2 - Depois deitar um pouco de azeite na água.
3 - Por fim repete-se de novo com azeite.

O que aconteceu:
O leite mistrurou-se com a água e o azeite ficou a flutuar na água.

2008/04/01

Somar dois números iguais...

1+1=2
2+2=4
3+3=6
4+4=8
5+5=10
6+6=12
7+7=14
8+8=16
9+9=18

Escrito por V.

2008/03/18

A Primavera está a chegar!


Boas férias!

2008/03/09

DISTRITO DE SANTAREM

Olá, sou a Bárbara,
estivemos a aprender os Distritos do nosso País.Em Portugal Continental são 18 Distritos.
Estive a fazer uma pesquisa sobre o de Santarém. Podem ver o que aprendi.

SANTARÉM, com uma área de 560,3 km2, 64 124 habitantes e 28 freguesias, é um dos 21 municípios
do distrito de SANTARÉM. Feriado municipal em 19 de Março.
O concelho de Santarém situa-se na margem direita do Tejo. Faz fronteira com os concelhos de
Porto de Mós, Alcanena e Torres Novas, a Norte; a Sul, com os do Cartaxo e Almeirim; a Leste
com os da Golegã, Chamusca e Alpiarça e a Oeste com os de Rio Maior e Azambuja.
LOCALIZAÇÃO

A fundação da cidade de Santarém reporta à mitologia greco-romana e cristã, reconhecendo-se nos
nomes de Habis e de Irene, as suas origens míticas. Os primeiros vestígios documentados da ocupação
humana remontam ao século VIII a.C.. A população do povoado teria colaborado com os colonizadores
romanos, quando estes aportaram à cidade em 138 a. C. e a designaram como Scallabis. Durante
este período tornou-se no principal entreposto comercial do médio Tejo e num dos mais importantes
centros administrativos da província Lusitânia.
Nos quatro séculos de ocupação islâmica que se seguiram, a urbe viu renascer o seu papel estratégicomilitar,
mas, também, cultural e artístico, tendo aqui vivido alguns dos mais importantes poetas e
trovadores do mundo árabe. O Rei Afonso VI de Leão concedeu-lhe o seu primeiro foral em 1095.
Reconquistada, em 1147, por D. Afonso Henriques, este concedeu-lhe novo foral em 1179.
Foral


HISTÓRIA

Durante os séculos XIV e XV o ambiente palaciano que aqui se vivia emprestou-lhe uma notoriedade
cultural relevante, nela se concentrando importantes trovadores e jograis, alguns naturais de Santarém.
O Terramoto de 1755 destruiu grande parte do património mais notável da Vila, em particular igrejas
e conventos. No contexto das Invasões Francesas e da Guerra Peninsular, mais uma vez, Santarém
assumiu um papel estratégico-militar fundamental, mas viu grande parte do seu património mais
significativo ser destruído e saqueado pelo vandalismo dos ocupantes.
À semelhança de outras cidades amuralhadas, o Centro Histórico de Santarém é constituído por
uma teia de ruas estreitas e sinuosas. Ruas que apresentam linhas e cores inesperadas, becos, arcos,
calçadas e escadinhas que se adaptam ao ondulado do planalto e da encosta. Percorrendo a cidade,
pórticos e rosáceas, arcarias e frestas, elementos decorativos de traço ogival, janelas manuelinas,
cunhais da renascença, escudetes afonsinos, torres e cúpulas, revelam-nos um núcleo urbano em que
o civil e o religioso convivem e se entrelaçam. Os inúmeros e valiosos exemplares da arte gótica
conferiram-lhe o epíteto de “Capital do Gótico”. Aqui, jamais o arqueólogo, historiador, artista ou
simples passante, deixará de se sentir arrebatado.
Nesta "Acrópole Ribatejana", a Porta do Sol, com o seu jardim e miradouro, é ex-libris. Para Sul ficam
o Tejo e os campos férteis da Lezíria, marcada por extensos vinhedos em traços de geometria
aperfeiçoada, enquanto para Norte, já no Bairro, são os olivais que preenchem a paisagem. Olivais
que bordam, na Azóia de Baixo, a casa bem preservada onde viveu o historiador e romancista
Alexandre Herculano, aqui conhecido como "O Azeiteiro". Continuando a subir, até aos limites do
concelho, depara-se-nos o manto florestal, prenúncio da paisagem carsa. É o domínio dos grandes
maciços calcários do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, dos algares, das grutas e dos
pequenos recantos que deslumbram quem por aqui se aventura.



Cultura
Jardim da Porta do Sol Vista da Porta do Sol
Página 4
Pontos de Interesse
Apesar de ser chamada de "Capital do Gótico ", Santarém é, hoje, uma cidade com apenas um
vislumbre de todo o património arquitectónico que já possuiu. Almeida Garrett, no seu romance
"Viagens na minha Terra", já referia a decadência e incúria a que eram votados muitos dos ilustres
edifícios da cidade. Hoje podemos referir as Igrejas:
• Igreja de Marvila
• Igreja de Santa Clara
• Igreja do Santíssimo Milagre
• Capela de Nossa Senhora do Monte
• Igreja da Misericórdia
• Igreja de Jesus Cristo
• Convento de São Francisco,
• Igreja da Graça
• Igreja do Seminário
• Igreja de Santa Cruz
• Igreja de Santa Iria
• Igreja de São João de Alporão
Torre das Cabaças
Igreja da Graça



EDUCAÇÃO
Em termos de ensino superior público, há a referir a existência do Instituto Politécnico de Santarém
que inclui a Escola Superior Agrária, a Escola Superior de Educação de Santarém, a Escola Superior
de Gestão, a Escola Superior de Desporto e a Escola Superior de Enfermagem. O Instituto Superior
de Línguas e Administração (ISLA) é a única instituição de ensino superior privado.
Santarém tem 21 distritos e a sua capital de distrito chama-se Santarém cujo feriado municipal é
dia 19 de Março. A sul faz fronteira com o Tejo e a norte com os concelhos de Porto de Mós
,Alcanena e Torres Novas. Antigamente Santarém chamava-se Scallabis, mas actualmente nós
chamamos-lhe Santarém. Aqui viveram alguns dos mais importantes poetas e trovadores.
Em 1095 o Rei D. Afonso VI de Leão concedeu a Santarém o seu primeiro foral.
Santarém pertence à região do Ribatejo.

Bárbara 4ºB



2008/03/06

O meu maior Sonho

Ia a passear pelo meio da guerra e derrepente...
Por onde eu passava era todo um paraíso...
Existia muitas florestas, animais, pessoas...
Não existiria: fábricas, guerras e poluição.
As pessoas andavam em bicicletas e em carros, motas e comboios não poluentes...
Assim o mundo era um paraíso, as pessoas andavam em perfeita harmonia...
As guerras serião inexistentes.
Nesse maravilhoso mundo, lá estava eu, lá no meio, misturado com biliões de milhões de ziliões de pessoas...

Misturado com isso tudo eu era pintor, de carros ou quadros... Qualquer coisa que fosse! Eu era feliz, não era rico nem pobre, alto nem baixo, magro nem gordo...
Eu e todos seríamos saudáveis... E por isso escrevo esta composição, pois se tratar-mos bem do mundo pode chegar a ser este paraíso!

André Cândido 4ºB

2008/03/04

" No Mundo das Palavras"



Hoje, dia 4 de Março, foi a nossa última aula baseada no livro de Dom Quixote.


Começamos a aula e perguntaram-nos se já tinhamos lido o livro.


A resposta foi sim , na Sexta - feira passada a professora Sandra leu-nos o livro.


Primeiro todos inventamos uma parte de uma história imaginária de Dom Quixote.


Agarramos todos num fio de lã e quem o tivesse na mão é que falava.


Depois passavamos o fio de lã uns para os outros.


Distribuiram-nos bolas com papéis que tinham palavras para formarmos um poema.


Formaram-se grupos de 4 , cada grupo criava um poema.


Gostei de fazer o poema , acho que todos ficaram engraçados e muito criativos.


Fiquei triste por ter sido a última aula.


Os poemas são os seguintes:





"Tudo de pernas p`ró ar"


O cavaleiro conseguiu avistar o infantário imaginário.


Mas olhai senhor é apenas um castelo, á guerra , e deram-lhe com um martelo.


Meu escudeiro dai-me dinheiro , para ir a Aveiro procurar um cordeiro.


O Sancho Pança foi lutar a saltar de dia e foi ter com o Zé Garcia.

O vento foi namorar a sonhar .


O Quadro foi celebrando com coragem a cavalo.


Perdiada palpita a vida apaixonada .


Ao ataque!Sancho disse destemido :


O fim do tronco bateu nas pedras e encontrou o marfim .


Audaz Sancho teve uma ideia que lhe levou ao buraco da aldeia procurar o livro.




Renata Vicente
Rafael Crispim
Núria Cristina
Edi Luís
Diogo Vitorino
Lisandro Simões




Palavras Brincalhonas
Dom Quixote levantou-se preocupado
Com a guerra, sabor muito fria.
No lugar de Lameixa com muita ameixa.
Apareceu um leão polar a saltar.
O Sancho Pança caminhava no seu burro,
maravilhoso que sabia dizer palavras da vida.
E estavam a passar e uma cadeira e uma mesa,
estavam à porrada a deitar óleo e a dançar.
Diogo Parreira
João Silva
André Carreira
Ricardo Santos





O Meteorito Transparente



Um dia que estava frio
numa noite de Verão
Ao longe se viu
um enorme clarão
Na rua as pessoas
desesperadamente a gritar
lá ao longe se viu
um guerreiro a lutar .
Era mágico esse guerreiro
que confundia morangos com gigantes.
Esse guerreiro era D.Quixote
que voava pelos ares
levando o meteorito atrás
deixando o planeta do tempo
sem fim nunca voltarás.
Ana Raquel
Cristina Rafaela
Francisco Esteves
Artur Simões
Patricia Faria

Pernas para o Ar

Uma noite de manteiga,
Dom Quixote,
a correr o mundo
mágico em silêncio.
Viu gigantes floridos,
velozes , vermelhos
vaidosos e fortes.
estava a inventar que eram
estrelas do espaço e
viu Dulcinea a cavaleira
andante com o seu macaco.
Apesar de não
ler livros
apanhava lentos e valentes
dragões saltitantes
Bárbara Resende
André Cândido
Pedro Santos
Miguel Trinca
Inês Pereira





2008/02/28

Palavras com BI

Bia
bebida
bico
cabide
biberão
bilha

2008/02/25

O Oceano Indico

O Oceano Indico


Olá,

Querem saber mais sobre o Oceano Indico!!!! Então leiam com atenção esta pesquisa que nós efectuamos!!!


O Que constitui o Oceano Indico?
O Oceano Índico engloba o Canal de Moçambique, o Mar Vermelho, o Golfo Pérsico, o Mar da Arábia, o Golfo de Bengala, o Mar das Ilhas Andamão e a Baía Australiana; ao sul, seu limite é o paralelo 69, entre os meridianos do cabo das Agulhas (África do Sul) e da Tasmânia (Austrália). Trinta e seis países litorâneos fornecem acesso marítimo a outros onze países sem saída para o mar.

Recursos do Oceano Índico.
Os recursos desse oceano são o petróleo e minérios como a platina, o manganês, o vanádio e o crômio, só encontrados na África Austral e na antiga URSS. Em razão dessa enorme riqueza, o oceano Índico tornou-se alvo de grande interesse para os países ocidentais industrializados e o Japão, preocupados especialmente com a extração e o transporte da matéria-prima.

A Vida Nos Mares: Oceano Índico
Ao dobrar o Cabo das Tormentas, Vasco da Gama deparou-se com o mais cálido dos oceanos…
O oceano Índico começou a formar-se após a desagregação do super-continente Gondwana e apresenta o aspecto actual há cerca de 36 milhões de anos.
É o terceiro maior oceano, a seguir ao Pacífico e Atlântico, ocupando uma área aproximada de 73.600.000 km2.
Comparado com estes dois oceanos, é o mais recente e aquele que possui menor número de mares adjacentes. Entre estes, encontram-se o Mar Vermelho, o Mar da Arábia e o Mar de Andaman.

Um Nascimento Difícil
Apesar da formação do Oceano Índico se ter iniciado há 125 milhões de anos, a sua configuração actual só ficou estabelecida 90 milhões de anos mais tarde. Em termos geológicos, este oceano é o mais recente de todos.
Com as alterações da terra e do mar nos continentes da África e a Península Arábica faz com que estas porções de terra estejam a afastar-se, aumentando a área do Mar Vermelho. Daqui a milhões de anos este mar atingirá as dimensões actuais do Oceano Atlântico.
Outra característica do Índico é a Crista Noventa Este, localizada sobre o meridiano de 90ºE, que constitui a maior cadeia montanhosa linear com mais de 4.500 Km extensão.

As Monções
O Oceano Índico difere do Atlântico e Pacífico pelo facto de estar rodeado de terra a Norte, a uma latitude ligeiramente acima do Trópico de Caranguejo. Deste modo, devido à proximidade do Antárctico a zona Sul do Índico é fria, enquanto o Norte é quente e sofre influência das monções.
O que são as Monções?
As monções são ventos que mudam de direcção sazonalmente, devido às diferenças de temperatura entre o oceano e os continentes. Durante o Verão do Hemisfério Norte a terra aquece, provocando uma subida de ar sobre o continente asiático. Este fenómeno faz então soprar ventos do mar, com direcção de Sudoeste (Monção de Verão ou de Sudoeste), dando origem à época das chuvas. No Inverno o processo é inverso, o Índico é mais quente do que a terra, o que provoca ventos frios e secos de Nordeste (Monção de Inverno ou de Nordeste).


As monções originam um complexo sistema de correntes no Oceano Índico. A principal característica que distingue este oceano dos restantes, é a mudança de direcção das correntes superficiais, na zona sujeita às monções.
Durante esses períodos, o sentido das correntes é dominado pela direcção do vento. A fase de transição de uma monção para outra é bastante rápida, ocorrendo num intervalo de 4 a 6 semanas, em Abril e Outubro. Como o vento muda mais rapidamente do que as correntes marinhas, formam-se, durante estes períodos, vários vórtices quentes e frios, antes da adaptação ao novo regime de ventos.

Habitat do Índico
O habitat do Índico corresponde, em termos climáticos, a uma zona conhecida como Índico Tropical. A temperatura do ar ronda os 25ºC e a humidade é elevada, ocorrendo várias tempestades tropicais. Este fenómeno é fielmente reproduzido através de sons de trovões e de artefactos, como o vento e a chuva.
A temperatura da água neste habitat tropical está acima dos 20ºC, durante todo o ano, propiciando a construção de recifes de coral. Na verdade, corais existem em todos os oceanos mas apenas na zona tropical constroem recifes.

Assim, o Índico é caracterizado pela existência de várias ilhas coralinas, estando neste habitat representado, do ponto de vista geológico, as Seychelles. As praias arenosas, cobertas de vegetação luxuriante, escondem uma enorme variedade de aves, que se advinham pelos sons perfeitamente audíveis.
Recifes de Coral
Os recifes de coral são estruturas complexas, formadas principalmente por corais (cnidários), mas com a contribuição de algas coralinas, moluscos e outros organismos que secretem esqueletos de carbonato de cálcio.
Os corais que formam recifes diferem dos restantes por possuírem, no seu interior, algas fotossintéticas que fornecem energia essencial para o crescimento do animal. É por esta razão que estas estruturas estão confinadas às zonas tropicais, com temperaturas médias anuais acima dos 18ºC.

Pela mesma razão, os recifes estão limitados aos primeiros metros de água, pois a profundidades superiores a 50 m a fraca luz não permite o seu crescimento.

Oásis no Deserto Aquático
Os recifes de coral caracterizam-se pela grande diversidade de formas de vida. Embora apenas representem menos de 0.1% da superfície do planeta, albergam cerca de 1/3 das espécies descritas. Num único recife da Grande Barreira de Coral, a maior estrutura construída por seres vivos, foram recenseadas cerca de 500 espécies de peixes.
A elevada biodiversidade deve-se à protecção que o recife proporciona e à quantidade de alimento existente nestes locais, quando comparadas com as águas circundantes. A produtividade primária de um recife de coral pode ser 100 vezes superior à das águas oceânicas, pois a zona tropical é pobre em nutrientes. Assim, os animais que vivem num recife possuem uma grande especialidade trófica, o que permite a regeneração eficaz de todos os nutrientes.
A transparência da água nesta zona, como consequência da falta de nutrientes, contrasta com a exuberância de cores dos habitantes do recife, tornando estes locais dos mais belos do planeta, mas também dos mais sensíveis e ameaçados.
Nas águas quentes e límpidas das regiões tropicais proliferamos recifes de coral, que chegam a cobrir extensas áreas. Os corais, pequenos animais primitivos que vivem em colónias, estão na origem destas verdadeiras obras arquitectónicas, edificadas a partir da sucessiva sobreposição dos esqueletos calcários segregados por estes animais. As condições ambientais são favoráveis ao aparecimento de uma imensa diversidade de formas de vida que competem e lutam permanentemente pela sobrevivência, adoptando as mais fascinantes estratégias de ataque e defesa. Constituindo ecossistemas de beleza única, os recifes coralíferos estão actualmente ameaçados pela poluição e pela acção devastadora do homem, que os explora com fins turísticos e comerciais.


Floresta de Mangal
Os mangais são comunidades constituídas por angiospérmicas, adaptadas a viverem em água salobra ou salgada, que em comum partilham a tolerância ao sal. Este tipo de vegetação domina a maior parte da zona costeira tropical e sub-tropical, representando cerca de 0,6% da vegetação terrestre total. A sua designação abarca cerca de 75 espécies, que se traduz numa grande diversidade de formas, desde de pequenos arbustos, a árvores de 40 m de altura.
O peculiar sistema de raízes dos mangais, proporciona-lhes um conjunto de vantajosas adaptações para suportarem o sal e a falta de oxigénio existente no lodo onde se fixam. Contém raízes aéreas, com poros “respiratórios”, que através de tecidos especiais, permitem a difusão de oxigénio para as raízes subterrâneas.
Algumas espécies possuem um sistema de raízes que, através de membranas especiais, consegue filtrar o sal. Este processo é tão eficaz que permite uma pessoa beber água doce de uma planta, apesar de estar num solo salino. Outras árvores de mangal, em vez de filtrar o sal antes de entrar em circulação, excretam-no através de glândulas localizadas nas folhas, nos ramos e nas raízes.

As florestas de mangal têm uma grande diversidade biológica com a particularidade da mesma árvore albergar uma comunidade tipicamente terrestre e outra tipicamente marinha. Nas copas vivem macacos, cobras e aves, enquanto que nas raízes podemos observar peixes, caranguejos, tartarugas e manatins.
Manatins
Os mangais prestam vários serviços, pois a forma das suas raízes servem como armadilhas de sedimentos, que protegem a costa contra a erosão provocada por tempestades e rebentação das ondas. Ao mesmo tempo, evitam que estes sedimentos cubram os recifes de coral e pradarias de ervas-marinhas. De salientar que este sistema de raízes também propicia uma zona de águas abrigadas, que muitas espécies de peixes de coral escolhem como maternidade.

O que é uma pradaria de ervas-marinhas?
A pradaria de ervas marinhas é uma zona que precede o mangal e fica apenas a descoberto (total ou parcialmente) durante os períodos de maré baixa. Caracteriza-se por apresentar um substrato lodoso coberto pela fanerogâmica Halodule wrightii.
Apresenta uma rica fauna associada de invertebrados (esponjas, poliquetos, crustáceos, gastrópodos, bivalves, ascídeas) e é frequentada, em maré alta, por numerosos peixes de diferentes espécies.


As plantas de mangal desenvolveram estratégias reprodutivas que lhes garatem maior probabilidade de sobrevivência e facilitam a dispersão. As sementes germinam na árvore progenitora, acumulando nesse período substâncias energéticas. Posteriormente, as sementes caem dispersando-se pelo oceano. A semente é bastante resistente, aguenta longos períodos no mar, que podem chegar a um ano e continuar viável. No caso da Rhizophora, a semente tem uma forma especial que lhe permite flutuar virada para cima. Assim, quando as raízes tocam no solo, a planta fixa-se e começa a crescer.

Conclusão

A superfície da terra encontra-se coberto cerca de 2/3 da sua extensão por uma vasta massa de água continua que forma na realidade um único e gigantesco oceano, Este sofre algumas alterações de salinidade, temperatura e outros factores, consoante nos encontramos próximos do Equador ou dos pólos.

Do litoral às profundezas dos abismos, os Oceanos acolhem as mais variadas formas de vida, sempre adaptadas às condições ambientais onde se inserem.
As zonas tropicais de águas mais quentes, onde a quantidade de alimento disponível é geralmente maior, são normalmente mais ricas em espécies do que as zonas temperadas.



Pesquisa efectuada por: Ana Raquel e Bárbara Resende 4ºB

2008/02/20

Tão importante ter água no nosso Planeta...


Sabias que no dia 22 de Março se comemora o Dia Mundial da Àgua?Mas para serve um dia a pensar na água?É importante ela existir?Devemos proteger e poupar este recurso?Porque?
A àgua é um bem essencial à vida,talvez o recuso mais precioso da Terra.Sem ela a vida não seria possível,porque todos os seres vivos precisam dela para sobriviver.Já imaginaste a Terra sem água?Não existia oceano,nem árvores, os animais morreriam à sede...

De toda a água existiam no planeta apenas 3% é água doce,ou seja,água que depois de tratada poderia ser utilizada pelo homem.Mas muita dela está nos pólos em forma de gelo...e apenas 1% está nos rios,lagos e em poços subterrâneos-é esta pequena porção que podemos então utilizar.

Apesar de ser pouca,muitas pessoas não pensam nisso e deitam lixo ou produtos perigosos para os rios,outros gastam sem ncessidade...Será que esta água um dia pode acabar?

E será que todos pensam nisto?Talvez não,mas contamos contigo para ensinares os mais velhos...

Edí Luís e Pedro Santos 4ºB

2008/02/18


A Compostagem



A compostagem é uma mistura de produtos que não se pode reciclar é mais restos de comida como :cascas de banana,restos de maçãs e muito mais.

O que nós não podemos meter são os alimentos cozinhados nem outros residuos como,plásticos, metais, vidro mas não só esses.

O que devemos fazer para aguentar a compostagem é não deixar que os residos fiquem muito húmidos ou muito secos, temos de deixar mais ou menos molhada mas não tanto porque depois em vez de fazer uma compostagem fica uma pasta natural e assim não ajudamos o ambiente só desajudamos.

Como conservar comida sem chamar os bichos nem causar maus cheiros!

Podemos conservá-la numas tábuas velhas, arames ou contentores especiais para a compostagem mas não val a pena estar a gastar dinheiro quando se pode conservar comida em vários sitios.

Nós estivemos a fazer compostagem na nossa escola e o senhor da Câmara Municipal de Palmela explicou-nos como reciclar restos.

Isto é o que se chama "Cuidar do ambiente".

Reciclar é o que está a dar!!!

Ecopontos:

EMBALÃO-METAIS E PLÁSTICOS.
VIDRÃO-VIDRO
PAPELÃO-PAPEL E CARTÃO
PILHÃO-PILHAS

INÊS GALAMBAS 4ºB

2008/02/15

"A Aula Divertida"

A Aula Divertida




Na Terça-feira vieram cá uns senhores que se chamavam António e Alexandér.Eram muito simpáticos conosco e tinham regras para que todos nós nos pudesse-mos respeitar uns aos outros e para nos entenderem com facilidade.

Fizemos coisas muito divertidas e engraçadas.Primeiro fizemos um jogo que era assim:Tinhamos de escrever o nsso nome(primeiro) com tintas imaginárias e pinceis imaginárias.Tinha de estar escrito por toda a sala até se podia escrever no chão.O segundo jogo consistiu em pares que tinham de escrever o seu nome letra a letra até acabarem,começavam de novo mas cada vez que acabavam uma letra ficavam em estátua e o seu par ia buscar o pincel e fazia a outra do seu nome e assim adiante.O terceiro jogo e ultimo era a senhora que escolhia o menino ou a menina para escrever a primeira letra do seu nome,e tinham de escrevê-la com uma parte do corpo que ainda não tinha sido escolhida pelos outros colegas e quando acabasse de escrever ficava em estátua.
Depois estivemos a observar dois quadros que eram muito diferentes. O primeiro quadro era muito escuro e mostrava uma guerra e o outro era muito colorido e cheio de imaginação.
Estivemos a fazer um desenho com pastel que parecia lápis de cera e aprendemos que a mancha livre é um desenho sem contorno, quer dizer, só se pinta e o contorno é tudo o que está no exterior do desenho.
Este dia foi muito giro e divertido mas esta aula foi só até ao intervalo porque tinhamos mais coisas para fazer e para a semana haverá mais!
Ana Raquel 4ºB

Dia dos Namorados - Postais


Aqui ficam os postais que os meninos da turma do 2º/3º B fizeram, para entregar a quem mais amam, no dia de São Valentim!

2008/02/14

O Amor é...


O amor é uma paixão,

Quanto mais roda,

mais corda dá ao meu coração!



Num concurso eu te vi,

Mas derrepente,

apaixonado me senti!


Vou a andar,

E a ti te vi,

Mas derrepente,

poeta me senti!


Na minha grande vida,

Tinha espaço para ti,

Eu apaixonei-me

Mas tonto me senti,

E acabou assim!
André Cândido 4ºB
O meu coração palpita ,
como uma batata frita,
quando te vejo a ti cara bonita,
Cara bonita és tu que iluminas,
o meu coração
quando estou em aflição,
És o meu furacão,
mas não abuses muito,
senão levas o meu coração
És a minha águia fugosa,
convido-te a ti,
para beber uma gasosa,
Gosto de ti cara bonita,
nunca te desiludarei
se me traíres,
nunca te respeitarei.
Pedro 4ºB
O amor é uma luz, uma águia branca,
uma borboleta, que seduz.
O amor tem sabor, tem cor,
O amor é um favor.
O amor é só para comprometidos,
queres ser infiel, não sabes onde
estás metido....
Rafael Crispim 4ºB